segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Vou ter que pagar a contribuição sindical em 2018?

Nova lei dá liberdade sobre contribuição sindical

O trabalhador decide se quer ou não. Autorização tem de ser expressa para haver o desconto do valor.

A contribuição sindical é opcional. Isso significa que os trabalhadores e as empresas não são mais obrigados a dar um dia de trabalho por ano para o sindicato que representa sua categoria.

Vou ter que pagar a contribuição em 2018?
Não. A nova lei trabalhista foi sancionada pelo presidente Michel Temer no dia 13 de julho e entrou em vigor em novembro de 2017. Ou seja, a contribuição não é mais obrigatória para empresas e trabalhadores. Portanto, o desconto não será automático em abril de 2018.

A nova lei trabalhista dá liberdade de escolha para o trabalhador. Agora, ele pode decidir se contribui ou não com o sindicado. Todos os pagamentos, que antes eram obrigatórios e descontados da folha de pagamento, agora terão de ser autorizados expressamente. Na maioria das grandes democracias do mundo, em especial nos países de referência na Europa, não se fala em contribuição obrigatória. Os sindicatos recebem contribuições voluntárias de seus integrantes que, naturalmente, analisam a utilização dos recursos.

Essa mudança é parte de uma nova lei trabalhista, criada para tornar o País mais competitivo, mais produtivo e com mais empregos. Depois de 74 anos com as mesmas normas, entrou em vigor, em novembro, uma nova legislação, moderna e adequada aos tempos atuais. Na prática, isso significa melhores relações entre trabalhadores e empregadores. As mudanças são, ainda, parte de uma série de ações adotadas para reorganizar o País, para recuperar a economia e melhorar o ambiente de negócios.

Fonte: www.brasil.gov.br (Link original)

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Vírus de celular que pode arruinar seu aparelho. Saiba como se proteger

Vírus se espalha por meio de anúncios que fingem ser antivírus ou aplicativos com conteúdo adulto.

Loapi é um vírus digital multitarefas, que infesta dispositivos Android e causa impacto em várias funções do telefone.

As ações mal-intencionadas que este vírus pode executar são:

Permitir a aceitação de publicidade invasiva;
Controlar as mensagens de texto;
Assinar serviços de pagamento via SMS sem deixar rastro;
Permitir ataques DDoS, que inundam um site com o tráfego até que ele não possa mais receber visitas;
Usar recursos do telefone, como energia e conexão à internet, para fazer transações com a criptomoeda monero;

Como se proteger
Quando o telefone está danificado, é muito difícil eliminar o vírus, adverte a empresa de segurança.

O Loapi tem a capacidade de se proteger e, assim que tentar recuperar os direitos de administrador do terminal, o malware bloqueará a tela do dispositivo e fechará a janela.

A recomendação é tomar as seguintes ações antes que seja tarde demais:

Desativar a opção que permite a instalação automática de aplicativos;
Certificar-se de ter a versão mais recente do seu sistema operacional. As empresas os aperfeiçoam para reduzir as vulnerabilidades das quais o Loapi se beneficia;
Se o seu telefone já estiver comprometido, a empresa recomenda instalar um antivírus de uma marca reconhecida que te ofereça garantias.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Nova lei trabalhista entra em vigor

Mudanças valerão para todos os contratos de trabalho vigentes, tanto antigos como novos.

As alterações mexem em pontos como férias, jornada, remuneração e plano de carreira, além de implantar e regulamentar novas modalidades de trabalho, como o home office (trabalho remoto) e o trabalho intermitente (por período trabalhado). A nova lei prevê que as empresas poderão contratar autônomos e, ainda que haja relação de exclusividade e continuidade, não será considerado vínculo empregatício.

Principais pontos da CLT que mudarão com a nova lei:

Acordo coletivo
Convenções e acordos coletivos prevalecerão sobre a legislação em pontos como jornada de trabalho, intervalo, plano de carreira, home office, trabalho intermitente e remuneração por produtividade.

Férias
Trabalhador de qualquer idade poderá tirar até três férias por ano, desde que um dos períodos seja maior que 14 dias e os outros dois tenham, no mínimo, 5 dias cada um. As férias não poderão mais começar nos dois dias que antecedem um feriado ou nos dias de descanso semanal, geralmente aos sábados e domingos.

Contribuição sindical
O pagamento da contribuição sindical, que equivale a um dia de trabalho e cujo desconto se dá no salário de abril, não será mais obrigatório.

Homologação
A homologação da rescisão de contrato de trabalho poderá ser feita na empresa, acabando com a obrigatoriedade de ocorrer nos sindicatos ou nas Superintendências Regionais do Trabalho.

Jornada 12x36
Será permitida a jornada em um único dia de até 12 horas, seguida de descanso de 36 horas, para todas as categorias, desde que haja acordo entre o empregador e o funcionário.

Jornada parcial
Os contratos de trabalho poderão prever jornada de até 30 horas semanais, sem possibilidade de horas extras, ou até 26 horas, com até 6 horas extras, pagas com acréscimo de 50%.

Intervalo
O intervalo dentro da jornada de trabalho poderá ser negociado, desde que tenha pelo menos 30 minutos em jornadas superiores a 6 horas.

Banco de horas
A compensação das horas extras em outro dia de trabalho ou por meio de folgas poderá ser negociada entre empresa e empregado, desde que ocorra no período máximo de seis meses. O empregador que deixar de dar as folgas no prazo terá de pagar as horas extras, com acréscimo de 50%.

Higiene e troca de uniforme
A empresa não precisará mais computar dentro da jornada as atividades de descanso, lanche, interação com colegas, higiene pessoal, troca de uniforme, tempo gasto no trajeto ou período que o empregado buscar proteção na empresa em caso de enchentes ou violência nas ruas, por exemplo.

Trabalho intermitente
A nova lei prevê o trabalho intermitente, que é pago por período trabalhado. Quem trabalhar nessas condições terá férias, FGTS, previdência e 13º salário proporcionais. O trabalhador receberá o chamado salário-hora, que não poderá ser inferior ao mínimo nem ao dos profissionais que exerçam a mesma função na empresa.

Home office
No home office ou teletrabalho, não haverá controle de jornada, e a remuneração será por tarefa. No contrato de trabalho deverão constar as atividades desempenhadas, regras para equipamentos e responsabilidades pelas despesas. O comparecimento às dependências do empregador para a realização de atividades especificas não descaracteriza o home office.

Demissão consensual
Haverá a possibilidade de acordo na rescisão de contrato, com pagamento de metade do aviso prévio e da multa de 40% sobre o FGTS. O empregado poderá ainda movimentar até 80% do valor depositado na conta do FGTS. No entanto, não terá direito ao seguro-desemprego.

Gorjetas e comissões
Comissões, gratificações, percentagens, gorjetas, prêmios, ajuda de custo como auxílio-alimentação, diárias para viagem e abonos não precisam mais integrar os salários e, consequentemente, não incidirão sobre o cálculo dos encargos trabalhistas e previdenciários, como FGTS e INSS.

Remuneração por produtividade
O pagamento do piso ou salário mínimo não será obrigatório na remuneração por produtividade, e trabalhadores e empresas poderão negociar todas as formas de remuneração que não precisam fazer parte do salário.

Ações na Justiça
O trabalhador que faltar a audiências ou perder ação na Justiça terá de pagar custas processuais e honorários da parte contrária. Haverá multa e pagamento de indenização se o juiz entender que ele agiu de má-fé. No caso de ações por danos morais, a indenização por ofensas graves cometidas pelo empregador deverá ser de no máximo 50 vezes o último salário contratual do trabalhador. Será obrigatório ainda especificar os valores pedidos nas ações na petição inicial.

Termo de quitação
Será facultado a empregados e empregadores firmar o chamado termo de quitação anual de obrigações trabalhistas perante o sindicato da categoria. No termo serão discriminadas as obrigações cumpridas mensalmente tanto pelo empregado quanto pelo empregador.
Caso o empregado queira questionar algo na Justiça depois, terá de provar as irregularidades alegadas na ação, com documentos e testemunhas.

Terceirização
Haverá uma quarentena de 18 meses que impede que a empresa demita o trabalhador efetivo para recontratá-lo como terceirizado. O terceirizado deverá ter as mesmas condições de trabalho dos funcionários da empresa-mãe, como atendimento em ambulatório, alimentação em refeitório, segurança, transporte, capacitação e qualidade de equipamentos.

Autônomos
A nova lei prevê que as empresas poderão contratar autônomos e, ainda que haja relação de exclusividade e continuidade, não será considerado vínculo empregatício.

Gestantes
As gestantes e lactantes poderão trabalhar em atividades de grau mínimo e médio de insalubridade, a não ser que apresentem atestado emitido por médico de confiança que recomende o afastamento delas durante a gestação ou lactação.

Validade das normas coletivas
Os sindicatos e as empresas poderão definir os prazos de validade dos acordos e convenções coletivas, bem como a manutenção ou não dos direitos ali previstos quando expirados os períodos de vigência. E, em caso de expiração da validade, novas negociações terão de ser feitas, pois o que havia sido estabelecido em convenções ou acordos perde a validade imediatamente.

Plano de Demissão Voluntária
O trabalhador que aderir ao plano de demissão voluntária (PDV) dará quitação plena e irrevogável dos direitos referentes à relação empregatícia, ou seja, não poderá pedir na Justiça do Trabalho os possíveis direitos que perceba depois que foram violados.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Como colocar QR Code no currículo

Conheça as vantagens de ter o QR Code no Currículo

Código QR (sigla do inglês Quick Response) é um código de barras bidimensional que pode ser facilmente escaneado usando a maioria dos telefones celulares equipados com câmera e com aplicativos de leitura QR Code.
Após ser escaneado pelo celular o QR Code direciona a publicações em sites ou textos.
Inicialmente criado pela empresa japonesa Denso-Wave em 1994 para identificar peças na indústria automobilística, desde 2003 é usado para adicionar dados a telefones celulares através da câmera fotográfica. Os “QR Codes” estão sendo usados em muitas revistas, campanhas publicitárias e até em games, como o Homefront para divulgação de mensagens e dicas do jogo.

 A banda Pet Shop Boys, no clipe da música “Integral” utilizou inúmeros QR Codes com links para diferentes sites. No Brasil, o Metrô de São Paulo adotou o uso do QR Code para disponibilizar aos seu usuários o acesso mais rápido ao conteúdo do site do Metrô na sua versão mobile.

 Embora pareça ter sido “desvirtuado” de sua concepção inicial, o QR Code também pode ser usado como uma maneira eficiente de adicionar dados num formato de cartão de visita em aparelhos celulares.

QR Code no Currículo
Hoje o currículo precisa ser cada vez mais atrativo e dependendo das experiências do candidato uma folha não é suficiente para expor todo o perfil profissional. Com o QR Code é possível direcionar o entrevistador a um perfil profissional em redes sociais, um site pessoal, um site de serviços, ou uma lista completa dos dados do candidato.

Criar um QR Code
Cria o QR Code é simples e sem custos, após criar é só baixar e usar em currículos ou até como publicidade, afinal, ninguém resiste em escanear um QR Code.
O site E-lemento disponibiliza as ferramentas para a criação de um QR Code personalizado, é muito simples, acesse o site e crie o seu QR Code.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

O que é Avaliação 360°

Você estaria pronto para ser avaliado?

A avaliação 360º é um processo em que cada funcionário é avaliado não só por seus colegas e superiores, mas também por seus subordinados, fornecedores, clientes, enfim, pelas diversas fontes que se relacionam com a empresa.
Você vai entender nesta matéria que, nela, a pessoa tem uma visão de si mesma por todos os “ângulos
de visão”. Por isso o nome é 360º.

A avaliação tem impacto na empresa toda.
Um funcionário foi solicitado a auxiliar na elaboração de uma avaliação de desempenho dos recepcionistas da empresa em que trabalha. “Cordialidade” seria, com certeza, um critério relevante a ser medido para essa função. Então, o que poderia deduzir se todos os recepcionistas recebessem notas baixas exatamente nesse critério?
Por ter impacto em toda a empresa, a avaliação deve estar de acordo com as estratégias da organização.
Por exemplo, se a empresa deseja passar ao mercado uma imagem de excelência no atendimento aos clientes, a avaliação pode ajudar nisso. Veja e entenda:


A imagem da empresa precisa estar visível na atitude de cada funcionário, e a avaliação
pode verificar isso consultando o público que lida com as pessoas da organização.

Quem avalia quem?
Nas empresas mais tradicionais, a avaliação se limita ao modelo “chefe avalia subordinado”.
Este ainda é o modelo mais comum, mas não é o único. Algumas empresas já perceberam que não podem restringir a avaliação somente ao chefe, pois as demais pessoas que se relacionam com o funcionário também têm informações que podem contribuir.
Baseado nesse pensamento, existe o processo de “avaliação 360º”. Trata-se de
uma avaliação global, na qual o avaliado recebe pareceres de seu chefe, de seus subordinados,
de seus pares e também faz a avaliação de si mesmo, uma autoavaliação.
Veja:


Todo mundo sabe para que é avaliado?
Uma organização não deve avaliar as pessoas simplesmente para classificá-las ou sem estabelecer um plano de ação que garanta os encaminhamentos necessários.

A avaliação É:
• Uma oportunidade para que cada pessoa, e a organização como um todo, olhe para si mesma e faça um diagnóstico honesto e transparente de sua atuação.
• Uma ocasião para corrigir falhas e provocar melhorias.
• Uma oportunidade de crescimento para todos.

A avaliação NÃO É:
• Um pretexto para punir as pessoas.
• Uma forma de beneficiar uns e prejudicar outros.
• Uma razão para temor, nervosismo, tensão ou angústia na organização.

Quando a avaliação propõe desafios realistas, ou seja, possíveis de serem atingidos, ela estimula o avaliado a tentar realizar o que a empresa espera dele. A avaliação que impõe desafios inatingíveis
pode desmotivar o colaborador, pela certeza de que ele não alcançará o resultado.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Como se destacar no LinkedIn

Saiba usar a rede de relacionamentos profissionais a seu favor

Mande mensagens para os contatos profissionais que for adicionando, e deixe claro que tipo de cargo está procurando. Hoje em dia é muito difícil ser procurado por recrutadores como um "Faz Tudo" ou "Pau pra toda obra". É muito importante ter foco no seu objetivo profissional. Reduza o endereço do seu perfil para www.linkedin.com/in/oseunome. (No menu “Perfil”, clique em “Editar” e em “Personalizar URL”.)
Essas são apenas algumas dicas que podem enriquecer seu perfil no LinkedIn, veja mais dicas valiosas:

Em São Paulo, um workshop recente realizado a partir de parceria entre Linkedin e Na Prática ensinou como eliminar os erros mais comuns e transformar sua página para melhor. A seguir, confira as dicas de Fernanda Brunsizian, gerente de comunicação da rede, para fazer o seu perfil saltar aos olhos dos recrutadores:

1. Perfis com foto são 14 vezes mais vistos. O retrato não precisa ser necessariamente formal: leve em conta seu meio de trabalho (é formal ou informal, por exemplo?) e, principalmente, sua identidade.

2. Defina bem sua profissão para facilitar buscas. Se for estudante, a dica é colocar estudante mesmo, visto que é a palavra que recrutadores buscam quando procuram alguém nessa etapa da vida. Também é possível colocar um slogan que defina sua personalidade, como “apaixonado por startups”.

3. Tenha perfis em mais de um idioma. O LinkedIn oferece a possibilidade de abrigar perfis em línguas diferentes dentro da mesma URL. Basta clicar na seta ao lado do botão “Ver perfil como” e selecionar a opção “Criar perfil em outro idioma”. O site espelha as informações atuais e você só precisa traduzi-las.

4. Personalize sua URL e apareça antes no Google. Ao customizar o link com seu nome profissional, você ganha uma assinatura mais concisa e sobe nas pesquisas.Para editar, selecione o ícone de ajuste ao lado da URL que o LinkedIn disponibiliza, logo abaixo da foto. Se seu nome for muito comum e você não se incomodar, opte pelo mais exótico para se destacar entre os homônimos.

5. Fotos de fundo devem ser profissionais. Evite colocar fotos de viagem ou imagens muito pessoais. Prefira ambientes neutros e escritórios.

6. Altere entre visualizações públicas e anônimas. No LinkedIn, é possível optar por olhar perfis sem que se saiba que foi você. A dica é usar esta função quando o tráfego de visitas de volta não for proveitoso, como em pesquisas pessoais ou de trabalho. Caso esteja se preparando para uma entrevista de emprego ou um projeto, use visualização pública para estudar os perfis dos envolvidos – isso mostra proatividade.

7. Invista em um bom resumo. Para criá-lo, imagine que um recrutador pediu o seguinte: conte-me quem é você. Simples assim.

8. Use os recursos audiovisuais para se diferenciar. A ferramenta é especialmente boa para profissões visuais, como arquitetura ou design. Também é bom atualizar os arquivos de vez em quando, para o perfil não parecer parado.

9. Não se esqueça de preencher campos outros, como causas, organizações filantrópicas e projetos de voluntariado. As empresas também observam esta parte.

10. Quer conhecer alguém ou alguma empresa e tem uma conexão em comum? Peça para essa pessoa fazer a introdução.

11. Teste seus talentos de publicação. O Brasil foi o segundo mercado a receber a ferramenta de postagens do LinkedIn, em abril de 2015, e já se tornou líder mundial de uso. A ideia é transformar seu perfil em um blog. Se bem feitos, seus escritos podem se tornar conhecidos entre suas conexões, as conexões delas e assim por diante, transformando-o em um “Influencer”. Lembre-se de ter bom senso: esta continua sendo uma rede profissional.

12. Interaja com suas conexões. Mandar parabéns por um novo emprego, por exemplo, faz parte da manutenção de um relacionamento.

13. Explore o Slideshare.net/LinkedInBrasil. O site mantém uma página com diversos recursos disponíveis para download, como pesquisas de tendências de mercado e guias de uso.

Para os jovens

Segundo Fernanda, a presença de jovens brasileiros na rede vem crescendo – e o número de recrutadores em busca de estagiários e trainees também. “Existem empresas que só contratam pelo LinkedIn”, diz.

Mas muitos desses perfis são genéricos ou incompletos, e os empregadores encontram dificuldades na hora da avaliação. “É difícil avaliar um estudante, então o perfil funciona como uma carta de apresentação”, resume Fernanda.

Um bom perfil é sinal de interesse, dedicação e preocupação com o contexto profissional, explica ela, e é possível em qualquer fase. Mesmo que um estudante tenha pouca ou nenhuma experiência profissional, ela garante que há um jeito de deixar a página atraente.

Capriche no resumo e, se achar que vale a pena, peça depoimentos sobre suas conquistas e personalidade para professores e colegas. E vá com calma nas conexões. “A maior ingenuidade dos jovens é aceitar qualquer pessoa, porque no LinkedIn o que vale é a qualidade da rede”, conclui Fernanda. “É através dela que você recebe as informações sobre o mercado.”

Fonte: NA PRÁTICA.ORG

quarta-feira, 19 de julho de 2017

NOVA LEI TRABALHISTA: FÉRIAS

Veja o que muda nas férias com a nova CLT

A nova lei trabalhista dá mais liberdade para o trabalhador dividir as férias ao longo do ano. Por outro lado, ele não poderá mais escolher as datas que antecedem feriados ou os dias de intervalo semanal para iniciar o período de descanso. Estas regras passam a valer em novembro, quando entra em vigor a nova lei.

A grande novidade é que o trabalhador poderá sair de férias até três vezes no ano, desde que um dos períodos seja maior que 14 dias e os outros dois tenham, no mínimo, cinco dias cada um. Antes, as férias só podiam ser fracionadas em até dois períodos.

“O empregado poderá negociar como deseja fracionar as férias diretamente com o empregador”, explica a advogada e sócia da área trabalhista do escritório Machado Meyer Advogados, Andrea Giamondo Massei Rossi.
Via de regra, a lei ainda prevê que as férias continuem sendo concedidas em um período único de 30 dias, mas o fracionamento será permitido se houver acordo entre as partes. “A lei pretende estimular um ajuste entre empregado e empregador para aquilo que for de interesse comum. Não pode haver coação, obviamente”, acrescenta Andrea.

Como era e como fica as férias?
Pela lei antiga, as férias deviam ser concedidas por 30 dias corridos, via de regra, mas podiam ser fracionadas em até duas vezes. Agora, o trabalhador poderá negociar diretamente com o patrão a possibilidade de dividir o período de descanso por até três vezes no ano.

Qual o limite de dias para parcelar as férias em 3 vezes?
Segundo a nova CLT, pelo menos uma das parcelas precisa ter, no mínimo, 14 dias. As outras duas não podem ser menores que cinco dias cada uma. Por exemplo, pode-se tirar 15 dias de férias, mais 10 dias e mais cinco. Contudo, não será permitido ao trabalhador tirar 10 dias de férias em cada um dos três períodos.

É o empregado quem decide se as férias serão divididas em 3 vezes?
Geralmente, as empresas concedem 30 dias corridos de descanso, mas o empregado poderá negociar o parcelamento individualmente com o patrão, explica a advogada Andrea, do Machado Meyer.

O trabalhador pode parcelar as férias em um ano e, no ano seguinte, tirar 30 dias seguidos de descanso?
Sim, isso poderá ser negociado diretamente entre o empregado e o empregador, ano a ano.

A nova lei proíbe sair de férias em determinados dias?
Sim. As férias do trabalhador não poderão mais começar nos dois dias que antecedem um feriado ou nos dias de descanso semanal, geralmente aos sábados e domingos.

Maiores de 50 anos poderão parcelar as férias?
Sim. Pela CLT antiga, menores de 18 anos e maiores de 50 eram obrigados a tirar os 30 dias de férias. A nova lei permite ao trabalhador de qualquer idade parcelar as férias em até três vezes, com as mesmas condições de qualquer trabalhador.

O trabalhador pode vender menos de 10 dias de férias?
Segundo o professor de direito do trabalho Gleibe Pretti, o trabalhador pode optar pelo chamado “abono pecuniário” por até 1 terço das férias. Ou seja, ele poderá vender no máximo 10 dias das suas férias ao empregador.

Como serão as férias no regime de trabalho intermitente?
Elas serão proporcionais ao tempo trabalhado, esclarece Pretti. Por exemplo, se o trabalhador foi convocado para trabalhar apenas dois meses em um ano, ele terá direito a 2/12 avos de férias proporcionais.

Quando será o pagamento das férias fracionadas?
O pagamento do adicional deverá ser feito pelo empregador ao menos dois dias antes do período das férias, esclarece o professor de direito do trabalho Gleibe Pretti. Caso o empregador atrase o pagamento, ele será feito em dobro ao funcionário.

Como serão as férias para quem trabalha meio período?
No regime parcial de trabalho (com jornada de até 5 horas diárias), os empregados tinham direito a apenas 18 dias de férias no ano, observa Andrea, do Machado Meyer. “Agora quem trabalha em meio período terá os mesmos 30 dias de férias, acrescido de todos os direitos, como qualquer trabalhador”, diz. Também será possível vender até 10 dias das férias ao empregador.

Fonte: g1.globo.com

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